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	<title>::.. SINTRACOOP - SP ::.. Sindicato dos Trabalhadores em Cooperativas do Estado de São Paulo</title>
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		<title>Elevação da produtividade do serviço público depende de melhoria da gestão, avaliam especialistas</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 02:51:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Politicas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[RH Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Responsável por consumir R$ 179,3 bilhões no ano passado, ou 4,34% do Produto Interno Bruto (PIB), apenas no nível federal, o funcionalismo público enfrenta o desafio de prestar à população serviços com qualidade. Segundo especialistas ouvidos  a melhoria da eficiência no serviço público não depende apenas da informatização ou de aumentos salariais. A criação de <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/elevacao-da-produtividade-do-servico-publico-depende-de-melhoria-da-gestao-avaliam-especialistas/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Responsável por consumir R$ 179,3 bilhões no ano passado, ou 4,34% do Produto Interno Bruto (PIB), apenas no nível federal, o funcionalismo público enfrenta o desafio de prestar à população serviços com qualidade. Segundo especialistas ouvidos  a melhoria da eficiência no serviço público não depende apenas da informatização ou de aumentos salariais. A criação de bons ambientes de trabalho e de mecanismos para medir os resultados sociais do serviço público é essencial para elevar a produtividade dos servidores.</p>
<p>O próprio conceito de produtividade, no entanto, é difícil de ser definido no serviço público. Sem estar sujeitos às mesmas regras do setor privado, os servidores precisam de critérios distintos de avaliação. “Em alguns casos, é fácil estipular metas, como horas-aula dadas, no caso dos professores, e número de consultas por dia, no caso de médicos. Mas, na maioria das situações, não dá para usar esses critérios”, explica o economista Roberto Nogueira, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).</p>
<p>Coautor de um estudo sobre a situação do serviço público no Brasil, Nogueira entende que o acompanhamento da produtividade deve levar em consideração a realidade de cada ramo de trabalho. “O número de processos julgados por um juiz, por exemplo, pode ser enquadrado como um caso em que a demanda é definida, mas a arrecadação da Receita Federal, não. O recolhimento de impostos não depende só do trabalho de fiscalização, mas do comportamento da economia&#8221;.</p>
<p>Diretor da Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp), Valmir Dantas reconhece a dificuldade de definir graus de produtividade no serviço público, mas defende a criação de critérios de avaliação e monitoramento apropriados para cada ramo de atuação. “Quem não mede, não gerencia. Hoje, o governo avalia a execução dos programas por meio da execução do orçamento, sem medir o ganho social das ações”, critica.</p>
<p>Mesmo com as dificuldades para medir a produtividade do setor público, os especialistas concordam que a melhoria da qualidade é necessária. Nogueira destaca que alguns esforços têm sido feitos, principalmente nos investimentos em tecnologia da informação, que aumentaram a velocidade da prestação de alguns serviços. No entanto, considera que o governo poderia investir mais em ações complementares para tornar esse processo sustentável.</p>
<p>Para o economista do Ipea, o governo, de modo geral, até investe na capacitação dos servidores, mas o principal fator que poderia elevar a qualidade do serviço público está na forma de gestão. “O que a máquina pública precisa é de líderes que saibam construir uma discussão democrática e motivar a equipe a trabalhar em torno de um objetivo comum”, disse Nogueira.</p>
<p>O diretor da Anesp, entidade que representa os gestores públicos, concorda com a necessidade de melhoria na administração do serviço federal, mas diz que o processo deve ser acompanhado de mecanismos de implementação das decisões. “A melhoria na gestão não se deve resumir ao carisma do chefe, mas à criação de instrumentos estruturados de tomada de decisão e de monitoramento das ações”, acrescenta.</p>
<p>Entre os avanços no serviço público nos últimos anos, Dantas cita o pregão eletrônico, que barateou em até 30% as licitações federais, e a maior coordenação entre a União, os estados e os municípios. “A qualidade do serviço público vem melhorando em geral, mas os resultados das ações não conseguem ser medidos com antecedência. Essa é a grande dificuldade”, lamenta.</p>
<p>Wellton Máximo<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Deputados e senadores buscam acordo para votação da PEC do Trabalho Escravo</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 02:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Politicas Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um acordo entre a Câmara dos Deputados e o Senado vai permitir que, esta semana, seja aprovada em segundo turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Trabalho Escravo. A matéria está pronta para ser votada pelos deputados, mas foi retirada de pauta nas últimas semanas a pedido da bancada ruralista. Após um acordo <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/deputados-e-senadores-buscam-acordo-para-votacao-da-pec-do-trabalho-escravo/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um acordo entre a Câmara dos Deputados e o Senado vai permitir que, esta semana, seja aprovada em segundo turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Trabalho Escravo. A matéria está pronta para ser votada pelos deputados, mas foi retirada de pauta nas últimas semanas a pedido da bancada ruralista. Após um acordo com os senadores para que o texto seja alterado, a expectativa é que a matéria seja aprovada pela Câmara e, depois, alterada nas votações do Senado.</p>
<p>O acordo pedido pelos ruralistas prevê que o Senado inclua na PEC um trecho que irá remeter sua regulamentação a um projeto de lei complementar (PLC). Esse PLC deverá detalhar o que caracteriza trabalho escravo, o que é trabalho degradante e como será feita a punição de quem promove a atividade – que pode chegar à expropriação dos imóveis urbanos e rurais daqueles que forem flagrados utilizando esse tipo de mão de obra.</p>
<p>Segundo a senadora Ana Amélia (PP-RS), o acordo para a elaboração do PLC e seu teor ainda vai ser firmado e deverá estabelecer como a lei complementar irá tratar o assunto. Ela concorda que a PEC tem problemas e “do jeito que está, causa insegurança jurídica”. “A pessoa, por exemplo, tem uma propriedade rural e arrenda para alguém que usa trabalho escravo. O proprietário correrá o risco de perder a propriedade. O mesmo vale para alguém que tem uma sala e aluga para uma confecção que usa trabalho escravo. Ele corre o risco de perder seu imóvel”, explica a senadora.</p>
<p>Para ela, o texto que está na Câmara não é atual e precisa ser melhorado. Ana Amélia acredita que a atuação dos movimentos sociais provocou uma evolução no debate sobre esse assunto. “O Brasil de hoje não é o mesmo de dez anos atrás, quando a proposta foi apresentada. Houve uma evolução grande com a participação dos movimentos sociais”, observa.</p>
<p>O acordo, no entanto, ainda está sendo costurado. A definição sobre o que caracteriza trabalho escravo tem sido ponto de divergência entre movimentos sociais e ruralistas. O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), manteve a votação marcada para terça-feira (22).</p>
<p>A PEC prevê ainda que as mesmas sanções serão aplicadas às propriedades onde for encontrada a cultura de plantas psicotrópicas e entorpecentes. Nesse caso, ou no caso de trabalho escravo, o imóvel deverá ser expropriado sem pagamento de qualquer indenização e destinado à reforma agrária. Da mesma forma, todos os bens que houverem no imóvel serão confiscados e entregues para entidades que atendam a dependentes químicos. Os colonos que trabalharem nas propriedades expropriadas terão prioridade para ser assentados.</p>
<p>Mariana Jungmann e Iolando Lourenço<br />
<em>Repórteres da Agência Brasil</em></p>
<p>Edição: Equipe Fenatracoop</p>
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		<title>Câmara e Senado ignoram regras da Lei de Acesso</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 01:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Câmara e Senado instalaram os Serviços de Informação ao Cidadão. Mas, como o Congresso em Foco testou na sexta-feira (18), eles ainda não sabem bem o que fazer. Uma das regras estabelecidas pela Lei de Acesso a Informações Públicas (LAI), que entrou em vigor na quarta-feira (16), é a obrigatoriedade de que todos os órgãos <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/camara-e-senado-ignoram-regras-da-lei-de-acesso/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Câmara e Senado instalaram os Serviços de Informação ao Cidadão. Mas, como o Congresso em Foco testou na sexta-feira (18), eles ainda não sabem bem o que fazer. </strong></p>
<p><strong>Uma das regras estabelecidas pela Lei de Acesso a Informações Públicas (LAI), que entrou em vigor na quarta-feira (16), é a obrigatoriedade de que todos os órgãos públicos criem os Serviços de Informação ao Cidadão em meio virtual e físico, onde o cidadão possa ser atendido pessoalmente.</strong></p>
<p>A Câmara dos Deputados e o Senado até montaram seus balcões de atendimento, mas o serviço prestado ainda não respeita todas as exigências da lei.</p>
<p><strong>Executivo federal recebeu 708 pedidos de informação</strong></p>
<p><strong> Leia tudo sobre a Lei de Acesso<br />
</strong></p>
<p><strong>Leia outros destaques de hoje do Congresso em Foco</strong></p>
<p>O artigo 9º da LAI estabelece que os SICs devem protocolar documentos e requerimentos de acesso a informações, além de informar sobre a tramitação de pedidos nas suas respectivas unidades. Eles também devem ser criados em locais com condições apropriadas para atender e orientar o público.</p>
<p><strong>Orientação errada no Senado</strong></p>
<p>No entanto, o <strong>Congresso em Foco</strong> testou o serviço dos SICs do Legislativo, e o resultado não foi animador. No Senado, o pedido de informação podia até ser entregue no local, mas o <strong>Congresso em Foco</strong> não receberia o número do protocolo, dispositivo necessário para acompanhar a tramitação do pedido. O motivo alegado era uma falha técnica no sistema.</p>
<p>O<em> site</em> recebeu então duas opções: ir ao Protocolo da Casa e entregar o pedido ali, ou fazê-lo pela internet. No entanto, o servidor informou o local errado para fazer a solicitação na página do Senado na internet. Ele disse que o atendimento seria pelo “Alô Senado”, quando na verdade existe uma página da Transparência em que o cidadão pode preencher um formulário de solicitação de informação. O pedido pode ter até 500 caracteres e assim que é enviado, é gerado um número de protocolo. O “Alô Senado” recebe mensagens dos internautas, mas não gera um número de protocolo.</p>
<p><strong>Na Câmara, só informações</strong></p>
<p>Na Câmara, o balcão do SIC não atende aos dispositivos da lei. O servidor que estava no local informou à reportagem que a solicitação deveria ser entregue no Centro de Documentação e Informação da Câmara (Cedi). O servidor afirmou que fora orientado a apenas responder questionamentos banais a visitantes, como localização de plenários, restaurantes, banheiro, etc, e que qualquer pessoa que demandasse outro tipo de informação deveria ser encaminhada ao Cedi.</p>
<p>A própria Agência Câmara divulgou nesta semana que os pedidos de informação poderiam ser feitas pelo balcão de atendimento e esclareceu que o serviço responde a questionamentos mais simples ou então encaminha os pedidos ao órgão competente. No entanto, não foi o que se viu nestes primeiros dias.</p>
<p><strong>Balanço</strong></p>
<p>Na primeira semana de vigência da Lei de Acesso a Informações Públicas, o Poder Legislativo federal recebeu 62 pedidos de informação. As solicitações foram feitas principalmente pela internet, mas os cidadãos apresentaram demandas por telefone e estrearam o Serviço de Informação ao Cidadão, balcões localizados na Câmara e no Senado que fazem o atendimento pessoalmente.</p>
<p>De acordo com a assessoria de imprensa da Câmara, 20 pedidos foram feitos pelo sistema centralizado que contabiliza a demanda. No entanto, outros pedidos foram feitos diretamente aos órgãos responsáveis por cada tipo de informação e ainda não foram contabilizados. A assessoria não pode precisar quais tipos de informações foram mais pedidas e nem quais órgãos foram mais demandados.</p>
<p>No Senado, o Portal da Transparência foi o meio mais utilizado para enviar pedidos de informação, totalizando 26 solicitações. Outras dez foram feitas pelo Protocolo Administrativo, e seis pelo SIC. Segundo a assessoria de imprensa da Casa, os temas questionados foram: gastos com combustível dos carros dos senadores e com cotas de correios e telefone dos parlamentares; previsão de aposentadoria de servidores; cargos e salários dos servidores efetivos e comissionados; gastos com parlamentares; concurso; valores dos lotes de leilão do Senado; relação de estagiários; reforma administrativa; cota de exercício da atividade parlamentar; contratos; gastos com aposentadoria de ex-parlamentares; placas dos carros dos senadores; relação dos imóveis funcionais do Senado; agenda do Presidente; e ONGs beneficiadas com emendas parlamentares.</p>
<p><strong>SICs</strong></p>
<p>O SIC do Senado está localizado no anexo II, no início do Túnel do Tempo, o corredor que liga o espaço do plenário às comissões e gabinetes. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira de 9h às 18h30 ininterruptamente. Também é possível fazer solicitações por meio da Ouvidoria e do Alô Senado (0800-61-2211).</p>
<p>O SIC da Câmara fica no térreo do anexo II, e funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 19 horas. O cidadão também pode solicitar informações à Câmara por carta, no portal pelo Fale Conosco ou pelo telefone 0800-619-619, de segunda a sexta, das 8 às 20 horas.</p>
<p>Fonte: congressoemfoco</p>
<p>Edição: Equipe Fenatracoop</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Movimento no Feirão da Casa Própria em SP supera as expectativas da Caixa</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 00:41:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Politicas Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O movimento do Feirão da Casa Própria deste ano em São Paulo foi maior do que o esperado pela Caixa, que promove o evento. Entre sexta-feira (18) e no  sábado dia (19), passaram pelo Centro de Exposições Imigrantes, na zona sul da cidade, cerca de 45 mil pessoas. “A presença está superando as expectativas, está <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/movimento-no-feirao-da-casa-propria-em-sp-supera-as-expectativas-da-caixa/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento do Feirão da Casa Própria deste ano em São Paulo foi maior do que o esperado pela Caixa, que promove o evento. Entre sexta-feira (18) e no  sábado dia (19), passaram pelo Centro de Exposições Imigrantes, na zona sul da cidade, cerca de 45 mil pessoas. “A presença está superando as expectativas, está muito cheio”, disse o superintendente da Caixa em Osasco (SP), Álvaro Barbosa Júnior.</p>
<p>O volume de negócios demonstra, na avaliação do superintendente, que o mercado imobiliário continua “bastante aquecido”. Foram fechados ou encaminhados 13 mil contratos, que somam R$ 1,6 bilhão em negócio, de acordo com o último balanço do feirão, divulgado na noite no dia (19) Sábado.</p>
<p>Barbosa destaca que o valor já é significativo, levando-se em consideração que representa apenas dois dias de negociações, sem considerar o balanço final  neste último domingo (20), quando terminou o esforço de vendas. A previsão da Caixa é emprestar R$ 90 bilhões em crédito imobiliário ao longo de 2012 em todo o país.</p>
<p>De acordo com Barbosa, os imóveis mais procurados são os enquadrados no Programa Minha Casa, Minha Vida, de habitação popular. Este ano, 15,2 mil das 220 mil unidades oferecidas pelo mercado no feirão se enquadram no programa do governo federal.</p>
<p>O número de negócios também aumentou por causa das recentes reduções nas taxas de juros oferecidas pelo banco estatal. “A redução da taxa de juros trouxe um componente muito forte para o mercado”, disse Barbosa. Com juros mais baixos, os compradores conseguem encaixar prestações de imóveis mais caros no orçamento familiar, estimulando ainda mais as vendas.</p>
<p>Daniel Mello<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Criação de peixes em represas de hidrelétricas é alternativa de renda para ribeirinhos e operários</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 00:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Politicas Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A barragem de rios para instalação de usinas hidrelétricas causa diversos tipos de impacto sociais e ambientais. Com o objetivo de amenizar esses impactos, o Poder Público impõe condições aos investidores. Uma dessas condições (ou condicionantes, no jargão técnico) é o aproveitamento dos lagos formados pelas barragens para o desenvolvimento de atividades pesqueiras. De acordo <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/criacao-de-peixes-em-represas-de-hidreletricas-e-alternativa-de-renda-para-ribeirinhos-e-operarios/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A barragem de rios para instalação de usinas hidrelétricas causa diversos tipos de impacto sociais e ambientais. Com o objetivo de amenizar esses impactos, o Poder Público impõe condições aos investidores. Uma dessas condições (ou condicionantes, no jargão técnico) é o aproveitamento dos lagos formados pelas barragens para o desenvolvimento de atividades pesqueiras. De acordo com o Ministério da Pesca e Aquicultura, os reservatórios são ambientes “bastante favoráveis” para esse tipo de atividade econômica e que trazem muitos benefícios sociais.</p>
<p>“A aquicultura em reservatórios de hidrelétricas tem algumas vantagens em relação a outros reservatórios menores. Além de ter grandes volumes de água represados, esses reservatórios estão normalmente associados a rios perenes e caudalosos, o que provoca melhor renovação da água, maior capacidade de produção e melhor qualidade do pescado”, disse à Agência Brasil o coordenador-geral de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura em Águas da União, Luiz Henrique Vilaça de Oliveira.</p>
<p>Ele explica que, nesse ambiente favorável à reprodução de peixes, a piscicultura pode abrir novas frentes de geração de renda tanto à população ribeirinha como aos trabalhadores dos canteiros das usinas que decidem ficar no local após terminada a obra.</p>
<p>O ministério tem contabilizado ótimos resultados para a atividade pesqueira nas barragens das usinas hidrelétricas brasileiras. “Em hidrelétricas se trabalha de forma muito tranquila, com uma produtividade acima de 250 toneladas por hectare, em ciclos que podem variar de quatro meses a um ano [quanto mais intenso o frio, mais longo o ciclo]”, informou Oliveira.</p>
<p>Segundo ele, as represas, de um modo geral, costumam ter uma produtividade entre 200 e 250 toneladas para o mesmo período. “Em tanques escavados [como os usados em fazendas de piscicultura e de pesque-pague],  a produção é significativamente mais baixa, com média entre 8 e 15 toneladas por hectare em ciclos que variam de seis meses a um ano”.</p>
<p>Mas o coordenador-geral da Aquicultura Continental em Estabelecimentos Rurais e Áreas Urbanas, Jackson Luiz Pinelli, faz uma advertência. “É importante deixar claro que, apesar de ser boa para pesca, a água dessas represas não é boa, pelo menos em um primeiro momento, para a criação de peixes em cativeiros, já que, em gaiolas, os animais não têm como escapar das toxinas que também costumam surgir a partir de materiais decompostos [principalmente a vegetação que apodrece sob a água após o enchimento do lago]”.</p>
<p>Dos mais de 50 reservatórios de usinas hidrelétricas do país, praticamente todos desenvolvem atividades ligadas à aquicultura, ainda que em ritmos diferentes. Só na calha do Rio São Francisco, há sete grandes lagos. Em quatro, a produção já está bastante desenvolvida. É o caso da usinas hidrelétrica de Xingó, nos estados da Bahia, de Alagoas e Sergipe; Itaparica, entre Pernambuco e Bahia; Três Marias (MG); e Moxotó, entre Alagoas, Pernambuco e Bahia.</p>
<p>“Só em Moxotó, que tem cerca de 60 quilômetros quadrados de área, são produzidas 47 mil toneladas de peixes por ano, o que rende, para os produtores, R$178 milhões anuais”, disse Pinelli</p>
<p>Na calha do Rio Grande (MG, MS e SP), há oito represas que desenvolvem a atividade; nas barragens do Rio Iguaçu (PR e SC), a aquicultura já é desenvolvida em quatro dos cinco reservatórios. “Isso se repete nas barragens das hidrelétricas de Tucuruí [PA], que já entregou 400 áreas para produtores, Balbina [AM], Samuel [RO], Lajeado [TO] e Manso [MT]. A maior parte produz um dos peixes mais saborosos que existe no cardápio nacional: o tambaqui”, disse Pinelli.</p>
<p>Apesar de ter uma capacidade estimada de produção de 240 mil toneladas por ano, o lago da Hidrelétrica de Itaipu, no Rio Paraná, produz apenas 300 toneladas de pescado por ano. A subutilização se deve a um tratado entre os donos da usina, Brasil e Paraguai, que não permite a produção de “espécies exóticas”, classificação dada a peixes que não são naturais daquelas águas, como a tilápia, um dos principais peixes criados em cativeiro pelo país.</p>
<p>“Atualmente, na barragem de Itaipu, há 77 famílias de produtores, constituídas basicamente por pescadores artesanais e índios, que desenvolvem apenas um tipo de peixe [pacu]. Mas nossa expectativa é reverter essa situação”, disse Luiz Henrique Oliveira.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Pesca, em todo o mundo são produzidas anualmente 154 milhões de toneladas de pescado. A expectativa é que será necessário agregar mais 100 milhões de toneladas até 2030, para dar conta da demanda mundial estimada.</p>
<p>Apesar de ter 13,7% da água doce superficial do mundo, o Brasil produz apenas 1,25 milhão de toneladas de pescado. E apenas 536 mil toneladas são produzidas em cativeiro. A produção brasileira está crescendo cerca de 10% ao ano.</p>
<p>Pedro Peduzzi<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p>Edição: Equipe Fenatracoop</p>
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		<title>Manchete nos Jornais para este Domingo 20 de Maio de 2012</title>
		<link>http://www.sintracoopsp.com.br/manchete-nos-jornais-para-este-domingo-20-de-maio-de-2012/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 05:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornais e Revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[2020, o ano em que ficaremos à pé; Estudo prevê o colapso no sistema viário do DF em oito anos. Especialistas alertam para a urgência de investimentos no setor, além de mudança cultural&#8230; &#8211; Governo quer cortar ICMS para baratear telefone; Paulo Bernardo afirma que imposto cobrado pelos Estados é ‘muito alto’ e fala em <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/manchete-nos-jornais-para-este-domingo-20-de-maio-de-2012/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>2020, o ano em que ficaremos à pé</strong>; Estudo prevê o colapso no sistema viário do DF em oito anos. Especialistas alertam para a urgência de investimentos no setor, além de mudança cultural&#8230; &#8211; <strong>Governo quer cortar ICMS para baratear telefone</strong>; Paulo Bernardo afirma que imposto cobrado pelos Estados é ‘muito alto’ e fala em desonerar aos poucos&#8230; &#8211; <strong>Novo golpe em aposentados frauda o crédito consignado</strong>; Idosos são as principais vítimas de empréstimos falsos e superendividamento&#8230;</p>
<p>O Globo</p>
<p>Manchete: Novo golpe em aposentados frauda o crédito consignado</p>
<p>Idosos são as principais vítimas de empréstimos falsos e superendividamento</p>
<p>Num país com número cada vez maior de idosos, uma nova fraude, que tem aposentados e pensionistas como principal alvo, se espalha pelo Brasil: o golpe do empréstimo consignado, informa Chico Otavio. Pequenas financeiras, muitas vezes disfarçadas de agências do INSS, se multiplicam com a promessa de democratizar o crédito fácil, sem consulta ao SPC ou avalista. Os beneficiários são convencidos a contrair um empréstimo com desconto em folha &#8211; mas o primeiro, verdadeiro, abre caminho para outros feitos à revelia do titular. Em Pernambuco, a Defensoria Pública localizou em nome de quem foram contraídos 17 empréstimos, sem que ele visse o dinheiro. No Rio, a defensoria ajuizou ações de ressarcimento em nome de uma aposentada que foi descontada de empréstimos que nunca requisitou. Só este ano foram firmados no país contratos de empréstimos consignados que somam R$ 11,4 bilhões. (Págs. 1, 3 e 4)</p>
<p>Fotolegenda: Brasil sem amianto</p>
<p>A exploração na única mina de amianto ativa no Brasil, em Minaçu (GO), pode estar com os dias contados. O Supremo Tribunal Federal está pronto para julgar ainda este ano o banimento da fibra, considerada cancerígena. (Págs. 1 e 39 a 41)</p>
<p>Presidente do BC: país está 200% preparado</p>
<p>O presidente do Banco central, Alexandre Tombini, garante que o país está “200% preparado” para enfrentar a crise e admite que o dólar pode subir ainda mais no mercado internacional, trazendo impactos para o Brasil. (Págs. 1 e 43)</p>
<p>Futuro do Egito entre o islã e o secularismo</p>
<p>Os egípcios vão às urnas esta semana decidir seu futuro numa histórica eleição livre, que escolherá o primeiro presidente do país na era da Primavera Árabe. Das urnas sairá um governo islamista ou secularista. (Págs. 1 e 48)</p>
<p>Favelas ocupam área menor, mas crescem para cima</p>
<p>A área ocupada por favelas no Rio diminuiu 2% desde 2008, devido a remoções em regiões de risco. A verticalização das construções, porém, continua acelerada.(Págs. 1 e 18)</p>
<p>Legista do caso Herzog diz que contará segredos</p>
<p>Harry Shibata, legista que assinou a autópsia do corpo do jornalista Vladimir Herzog, morto sob tortura na ditadura, afirma ter segredos a contar na Comissão da Verdade. (Págs. 1 e 9)</p>
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<p>O Estado de S. Paulo</p>
<p>Manchete: Governo quer cortar ICMS para baratear telefone</p>
<p>Paulo Bernardo afirma que imposto cobrado pelos Estados é ‘muito alto’ e fala em desonerar aos poucos</p>
<p>O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) quer reduzir impostos e encargos para baratear a conta de telefone, a exemplo do que propôs a presidente Dilma Rousseff em relação à energia elétrica. “Eu acho que o ICMS estadual é muito, muito, muito alto”, disse Bernardo em entrevista ao Estado, referindo-se ao imposto que mais pesa nas tarifas telefônicas e que é cobrado pelos Estados. “Só tirar a carga federal não vai resolver, temos de convencer os governadores a tirar um pedaço.” O ICMS varia de 27%, e Bernardo defende uma alíquota de 25%. O ministro disse saber que a negociação será difícil, que os Estados “têm contas a pagar”, mas afirmou que é possível negociar um plano para desonerar aos poucos. (Págs. 1 e Economia B4)</p>
<p>Paulo Bernardo – Ministro das Comunicações</p>
<p>“Eu acho que, se baixarmos os impostos, o mercado vai crescer 250%, vai bombar”.</p>
<p>Fotolegenda – Entrevista Pelé &#8211; Cabeça de rei</p>
<p>Embaixador da Copa, Pelé virou ‘bombeiro de crises’. Em entrevista a Roberto Bascchera, o Rei fala dos problemas e critica Mano Menezes: “Ele precisa definir um time e treiná-lo”. (Págs. 1 e Esportes E8)</p>
<p>Delta pode perder R$ 1,2 bi em contratos com a União</p>
<p>Sob ameaça de ficar impedida de celebrar novos contratos com a União, a Delta Construções, investigada pela CPI do Cachoeira, também pode perder R$ 1,2 bilhão a receber de contratos em andamento, informa Marta Salomon. O valor equivale a parcela não paga de obras federais programadas para sair do papel até dezembro de 2015. A contabilidade foi feita pelo Estado com base em dados da Controladoria-Geral da União. A Delta mantém 108 contratos de obras com a União. (págs. 1 e Nacional A4)</p>
<p>Aliás, para lembrar</p>
<p>O Nobel da Paz Desmond Tutu, que presidiu, na África do Sul, grupo semelhante à Comissão da Verdade brasileira, diz em artigo que o “propósito não era punir, mas curar”. (Pág. 1)</p>
<p>Brasileiros são alvo de furtos nos EUA</p>
<p>A cada três dias, um turista brasileiro é furtado em Miami ou Orlando – destinos de compras e lazer na Flórida. “Fui vítima da saidinha da Apple”, diz a médica Sandra Marins. (Págs. 1 e Metrópole C1)</p>
<p>Brasil já sente efeitos da desaceleração da China. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)</p>
<p>Celso Lafer – Sobre a Comissão da Verdade</p>
<p>A verdade factual a ser buscada com objetividade e imparcialidade pela comissão deverá ser uma contribuição para a História. (Págs. 1 e Espaço aberto A2)</p>
<p>Dora Kramer – ‘Cosa Nostra’</p>
<p>Se desandar, a CPI do Cachoeira terá compactuado com a máfia que se propôs a investigar e preferencialmente desmontar. (Págs. 1 e Nacional A8)</p>
<p>Notas &amp; Informações</p>
<p>Seca a CPI do Cachoeira</p>
<p>Vaccarezza está longe de deter o monopólio da proteção a possíveis protagonistas da trama. (Págs. 1 e A3)<br />
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<p>Correio Braziliense</p>
<p>Manchete: Maioria dos deputados é contra 14º e 15º salários</p>
<p>Levantamento do Correio indica que ao menos 258 parlamentares são favoráveis ao projeto que derruba os salários extras. Campanha #AbaixoAMordomia obtém mais de 500 mil visualizações na internet.</p>
<p>Se fosse a plenário hoje, a proposta que acaba com o pagamento de 14º e 15º salários aos parlamentares seria aprovada na Câmara dos Deputados. O Correio ouviu de 258 deputados a garantia de que votarão pela extinção do privilégio. Seis admitiram ser contrários ao projeto de lei, dentre eles, quatro petistas. A campanha #AbaixoAMordomia, noticiada na sexta-feira pelo jornal, teve mais de 500 mil visualizações no Twitter, segundo pesquisa de Marcelo Tognozzi, professor do Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb). Em um dos tuítes, a internauta Carol Pedreira protestou: “Quanto absurdo neste país, estes políticos vivem no mundo de Alice”. (Págs. 1, 2 E 3)</p>
<p>Mais brasileiros são barrados na Espanha (Págs. 1 e 10)</p>
<p>2020, o ano em que ficaremos à pé</p>
<p>Estudo prevê o colapso no sistema viário do DF em oito anos. Especialistas alertam para a urgência de investimentos no setor, além de mudança cultural. (Págs. 1, 23 a 25)</p>
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<p>Estado de Minas</p>
<p>Manchete: Vidas secas</p>
<p>Uma seca que começou cedo demais, e considerada uma das piores, derrota até a esperança dos sertanejos do Norte de Minas. O EM percorreu os municípios que mais sofrem com a falta de chuvas e constatou o desânimo diante de rios secos e barragens vazias. As lavouras foram arrasadas pelo sol e o calor, como em Espinosa, os animais morrem à míngua e criadores de gado correm para vender o que resta a qualquer preço. Os caminhões-pipa que circulam pelas localidades são insuficientes para matar tanta sede. (Págs. 1, 25 A 27)</p>
<p>Tremor</p>
<p>Montes Claros abalada</p>
<p>Correria e medo ontem de manhã na cidade do Norte de Minas durante um abalo de quase quatro graus. (Págs. 1 e 28)</p>
<p>Bicheiro tinha o poder de um chefão mafioso</p>
<p>Ele agia à semelhança de Vitor Corleone, personagem vivido no cinema por Marlon Brando, no comando de megaesquema de contravenção, com forte influência sobre pessoas e instituições. (Págs. 1, 3 A 5)</p>
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<p>Jornal do Commercio</p>
<p>Manchete: O poder sem segredos</p>
<p>Conheça os detalhes da Lei do Acesso à Informação, que desde o último dia 16 dá a qualquer cidadão o direito de saber tudo sobre gastos de todo o setor público, desde salários e uso de combustível, até número de cargos. (Págs. 1, 3 e 4)</p>
<p>Dividido, PT vai às urnas escolher candidato</p>
<p>Petistas definem, hoje, entre o prefeito João da Costa e o deputado Maurício Rands, o nome do partido na eleição do Recife. Clima hostil dominou campanha. (Págs. 1, 6 e 10)</p>
<p>Fábricas mudam perdil de cidades</p>
<p>Industrialização provoca virada na vida das pessoas e exige ações públicas contra efeitos colaterais. (Págs. 1 e Economia 4 e 5)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Veja</p>
<p>Manchete: Contratado!</p>
<p>Veja como fazer o emprego correr atrás de você</p>
<p>Os perfis mais cobiçados segundo 70 líderes de mercado ouvidos por Veja. (Pág. 1)</p>
<p>Gospel</p>
<p>Por que a música evangélica conquistou o Brasil. (Pág. 1)</p>
<p>Delta</p>
<p>Fale, Cavendish, e salve a CPI do fracasso! (Pág. 1)</p>
<p>Gênio da pintura</p>
<p>O segredo das telas de Caravaggio na mostra brasileira. (Pág. 1)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Época</p>
<p>Manchete: Os segredos de quem estuda fora do Brasil</p>
<p>Esqueça o vestibular. Cada vez mais jovens brasileiros disputam vaga nas melhores universidades do mundo. (Pág. 1)</p>
<p>Exclusivo</p>
<p>As irregularidades no leilão do Hotel Nacional, no Rio, comprado por um sócio de Carlinhos Cachoeira. (Pág. 1)</p>
<p>Sorte de Zuck&#8230;</p>
<p>O papel do acaso no sucesso de gente como Mark Zuckerberg, o bilionário do Facebook. (Pág. 1)</p>
<p>&#8230;E o azar de Saverin</p>
<p>Por que a turma de Obama não curtiu o outro criador do Facebook, que abriu mão de ser americano. (Pág. 1)</p>
<p>E mais</p>
<p>Eugênio Bucci e o parto da Comissão da Verdade;<br />
Bruno Astuto e a ressurreição de Elvis Presley;<br />
Felipe Patury e o despertar do amor em tempos de CPI. (Pág. 1)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>ISTOÉ</p>
<p>Manchete: A receita do treino ideal</p>
<p>Uma nova compreensão das reações do corpo está mudando a forma do treinamento das pessoas.</p>
<p>Nove exercícios para avaliar sua capacidade física e definir um plano de condicionamento.</p>
<p>Pesquisas científicas mostram que com pouco esforço e em apenas 20 minutos é possível ganhar massa muscular e melhorar a saúde. (Pág. 1)</p>
<p>Exclusivo</p>
<p>Como o prefeito Kassab se envolveu com o milionário escândalo dos imóveis. (Pág. 1)<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>ISTOÉ Dinheiro</p>
<p>Manchete: O chefe depois do expediente</p>
<p>Como os altos executivos das maiores empresas brasileiras aproveitam o seu tempo livre e quais são os hobbies que os ajudam a enfrentar o estresse da rotina corporativa. (Pág. 1)</p>
<p>Dólar a R$ 2: A indústria brasileira ganha fôlego (Pág. 1)</p>
<p>Ultrabooks: A reação da Intel aos tablets (Pág. 1)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Carta Capital</p>
<p>Manchete: No mundo de cachoeira</p>
<p>Sequestro, prostituição, jogatina, tráfico de influência, sonegação&#8230;(Pág. 1)</p>
<p>Memória: Os jovens que protestam contra os torturadores. (Pág. 1)</p>
<p>Ataque à internet: O delírio de Veja vira piada na rede. (Pág. 1)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Zero Hora</p>
<p>Manchete: Roubo de carro faz disparar preço do seguro na Capital</p>
<p>Valor para modelo popular chega a passar de R$ 2 mil. Polícia diz que reagiu e casos diminuíram. (Págs. 1, 36 e 37)</p>
<p>Fotolegenda: Médico do interior</p>
<p>José Ribeiro é o único &#8220;doutor&#8221; em Unistalda. Lá, aprendeu a ir aonde o paciente está. RS tem 414 cidades com número de médicos abaixo do recomendável. (Págs. 1, 29 a 31)<br />
Casamento gay: Assunto para os presidentes. (Págs. 1, 18 e 19)</p>
<p>Clipping Radiobrás</p>
<p>Edição: Equipe Fenatracoop</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Feira do Trabalho do Anhangabaú garante oportunidades para empresas e empregados</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 03:38:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Voz do Trabalhador]]></category>

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		<description><![CDATA[A Feira do Trabalho tem atraído cada dia mais trabalhadores interessados nas vagas de emprego oferecidas e no diferencial do evento, que tem proporcionado o contato direto entre os profissionais e as áreas de Recursos Humanos das empresas. Cerca de mil candidatos já foram encaminhados para processos seletivos. Com mais de seis mil atendimentos em <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/feira-do-trabalho-do-anhangabau-garante-oportunidades-para-empresas-e-empregados/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://www.sintracoopsp.com.br/wp-content/uploads/2012/05/trabalhador.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-22293" title="trabalhador" src="http://www.sintracoopsp.com.br/wp-content/uploads/2012/05/trabalhador-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a>A Feira do Trabalho tem atraído cada dia mais trabalhadores interessados nas vagas de emprego oferecidas e no diferencial do evento, que tem proporcionado o contato direto entre os profissionais e as áreas de Recursos Humanos das empresas. Cerca de mil candidatos já foram encaminhados para processos seletivos.</h3>
<p>Com mais de seis mil atendimentos em quatro dias, a Feira do Trabalho, organizada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho (Semdet), tem atraído cada dia mais trabalhadores interessados nas vagas de emprego oferecidas e no diferencial do evento, que tem proporcionado o contato direto entre os profissionais e as áreas de Recursos Humanos de empresas como Pão de Açúcar e Mc Donald’s. Antes do término da primeira semana do evento, já foram encaminhados cerca de mil candidatos para processos seletivos e pelo menos 200 pessoas saíram do evento com a carteira assinada. Foram disponibilizadas mais de 5 mil vagas, sendo que aproximadamente mil estão sendo oferecidas diretamente pelas empresas presentes no evento.</p>
<p>Ampliando ainda mais as oportunidades, na segunda semana do evento duas novas empresas começarão a ofertar vagas. A Sodexo e a Teleperformance trarão mais 520 vagas em cargos como telemarketing receptivo, ajudante de cozinha, copeira, cozinheiro, auxiliar de limpeza e de produção, além de serviços gerais para deficientes físicos e também para jovem aprendiz, este último na faixa etária de 18 a 21 anos.</p>
<p>Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, agregar serviços na Feira do Trabalho e contar com a presença de empresas fazendo a seleção no local otimizou o tempo do trabalhador. &#8220;Facilitamos a busca por uma nova colocação, aproximando o empregador dos candidatos. Nossa estrutura profissional está a serviço do público para ampliar as oportunidades aos munícipes. Mesmo os menos preparados para as vagas disponíveis, têm a chance de participar de palestras e cursos que podem indicar as deficiências a serem sanadas a fim de melhorar o desempenho em outros processos seletivos&#8221;, ressalta.</p>
<p><img src="http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/upload/ck/feira_trabalho_2.jpg" alt="" /></p>
<p>Exemplo de sucesso na busca por colocação profissional na Feira do Trabalho, o porteiro Flávio Henrique Alves, 32 anos, conseguiu ser contratado pela empresa Speed Gold, que terceiriza serviços de zeladoria, limpeza e manutenção. Ele já começou a trabalhar. “Eu estava desempregado desde o final do ano passado e com dificuldade de arrumar emprego. Fiz uma média de 30 entrevistas e me sentia desestimulado. Aqui na feira, passei pelo processo normal do CAT, que conheci pelos estandes, e a Speed Gold me ofereceu uma oportunidade”.</p>
<p>E não é apenas quem busca trabalho que sai satisfeito da feira. Os contratantes também tiveram expectativas superadas, como a empresa Zafer (empresa terceirizada do grupo RGIS – líder mundial no seguimento de inventários), que montou estande na feira, ofertando vagas de conferente de mercadoria e auditor – média salarial R$ 700 a R$ 800. Inicialmente foram para feira com 250 vagas, mas, após constatada a grande procura, abriram mais 150 vagas, totalizando 350 vagas  e 299 pessoas já foram contratadas.</p>
<p>“Um evento como esse é uma grande oportunidade. Para nós que somos empregadores é um sucesso total porque a nossa empresa não exige experiência, já que nós aplicamos um treinamento. Nós já trabalhamos com o CAT, e temos uma boa rotatividade, mas em um evento grande como esse, nós nunca tínhamos participado. Nós trabalhamos em toda São Paulo e no grande ABC e estávamos com defasagem de mais de 50 pessoas e nós viemos com essa meta de contratação. A meta aumentou, pois o cliente viu o nosso sucesso na contratação e ele irá abrir novos projetos que não eram iniciados por falta de funcionários”, disse Vanderson Camargo, assistente do departamento de seleção da Zafer.</p>
<p><img src="http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/upload/ck/feira_trabalho_3.jpg" alt="" /></p>
<p><em>crédito da foto &#8211; Fernando Pereira/Secom</em></p>
<p>Além da busca por vagas, os visitantes da Feira do Trabalho têm acesso a outros órgãos como a OAB, Poupatempo e INSS, além de serviços do CAT, consulta ao Serviço Central de Proteção ao Crédito, do Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual do Trabalhador (Pacet). Também há atendimento a pessoas com deficiência pelo Programa Inclusão Eficiente.</p>
<p>Os interessados em obter crédito para iniciar um negócio, contam com equipes do banco de microcrédito São Paulo Confia e também com orientação da Secretaria Especial do Microempreendedor Individual para formalização.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Feira do Trabalho<br />
Data:</strong> até 25/5/2012 (não há atendimento no final de semana)<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 17h<br />
<strong>Local:</strong> Vale do Anhangabaú (em frente aos Correios)</p>
<p>Fonte: Prefeitura da Cidade de São Paulo</p>
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		<title>Siurb conclui as obras do passeio da ponte dos Remédios</title>
		<link>http://www.sintracoopsp.com.br/siurb-conclui-as-obras-do-passeio-da-ponte-dos-remedios/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 01:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Politicas Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) conclui neste domingo (20/5) as obras de recomposição de parte da ponte. A CET vai liberar totalmente o tráfego na ponte dos Remédios, em ambos os sentidos, a partir da manhã de segunda-feira (21/5). A Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) conclui neste domingo (20/5) as <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/siurb-conclui-as-obras-do-passeio-da-ponte-dos-remedios/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://www.sintracoopsp.com.br/wp-content/uploads/2012/05/transito.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-22290" title="Foto Luciana Tortorello" src="http://www.sintracoopsp.com.br/wp-content/uploads/2012/05/transito-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a>A Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) conclui neste domingo (20/5) as obras de recomposição de parte da ponte. A CET vai liberar totalmente o tráfego na ponte dos Remédios, em ambos os sentidos, a partir da manhã de segunda-feira (21/5).</h3>
<p>A Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) conclui neste domingo (20/5) as obras de recomposição de parte da ponte dos Remédios. A obra foi contratada devido à ruptura, em 30 de novembro de 2011, de parte da mureta e do passeio de um dos lados da ponte. O valor foi de R$ 8,7 milhões.</p>
<p>A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai liberar totalmente o tráfego na ponte, em ambos os sentidos, a partir da manhã de segunda-feira (21/5). Com a liberação total da Ponte dos Remédios será retomada a montagem da faixa reversível no sentido São Paulo, das 6h às 9h, visando melhorar as condições de segurança e fluidez do local.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A obra foi executada em etapas. Primeiro foi eliminado o risco à população com a demolição da parcela adicional da mureta e do passeio, que estavam sob ameaça de cair. Em seguida, foi feito um rigoroso estudo de engenharia para verificar a situação da ponte, com a colocação de instrumentação específica. Com base no estudo, foram identificados os pontos necessários de reforço e recomposição do lado da ponte de onde caiu o passeio. E na sequência o projeto. Os 440m de passeio do lado atingido foram totalmente recompostos, assim como o gradil de proteção. A estrutura de divisão entre as pistas da ponte, em estado inadequado, foi substituída por muretas do tipo New Jersey, de acordo com as normas de segurança. As partes do pavimento danificadas também foram reconstruídas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/upload/ck/ponte_remedios.jpg" alt="" /></p>
<p><em>crédito da foto &#8211; Luciana Tortorello</em><br />
Para evitar a interdição completa da Marginal Tietê, os engenheiros optaram pela construção de uma grande estrutura metálica de apoio, onde os funcionários puderam trabalhar sob a ponte. O estudo mostrou que o outro lado da ponte permanece com a sua estrutura em estado adequado.  A ponte dos Remédios foi construída entre 1956 e 1958.</p>
<p>Fonte: Prefeitura da Cidade de São Paulo</p>
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		<title>Senado desbanca Câmara e é mais favorável a Dilma</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 00:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Votos dos senadores passam a integrar o Basômetro, ferramenta desenvolvida pelo Estadão Dados para acompanhar o Congresso. Maior dor de cabeça de Luiz Inácio Lula da Silva durante sua gestão, o Senado está cada vez mais dilmista. A taxa média de governismo dos senadores cresceu em 2012 na mesma proporção que diminuiu a adesão dos <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/senado-desbanca-camara-e-e-mais-favoravel-a-dilma/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Votos dos senadores passam a integrar o Basômetro, ferramenta desenvolvida pelo Estadão Dados para acompanhar o Congresso.</h3>
<p>Maior dor de cabeça de Luiz Inácio Lula da Silva durante sua gestão, o Senado está cada vez mais dilmista. A taxa média de governismo dos senadores cresceu em 2012 na mesma proporção que diminuiu a adesão dos deputados federais ao governo de Dilma Rousseff. Hoje, o Senado é mais governista do que a Câmara. É o que revela nova funcionalidade do <strong><a href="http://estadaodados.herokuapp.com/html/basometro/">Basômetro</a></strong>, ferramenta online de avaliação do Congresso desenvolvida pelo Estadão Dados. Os votos nominais dos senadores na atual legislatura foram incorporados pelo Basômetro.</p>
<p>Em 13 votações abertas ocorridas no Senado em 2012, o governo conseguiu em média 84% dos votos. Na Câmara, no mesmo período, ocorreram 18 votações nominais e o governo obteve um resultado pior em 10 pontos porcentuais: capturou &#8220;apenas&#8221; 74% dos votos dos deputados, em média. Em 2011 a situação era inversa. A taxa de governismo de 2011 no Senado foi de 78%, enquanto a da Câmara ficou em 80%.</p>
<p>Essa maré mansa para Dilma no Senado resultou em apenas uma derrota do governo entre os senadores. E mesmo assim foi em uma votação secreta (portanto, não incluída no Basômetro pois não é possível identificar os autores dos votos), aquela que rejeitou a recondução de Bernardo Figueiredo para o comando da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Ao mesmo tempo, Dilma perdeu cinco votações na Câmara.</p>
<p><strong>Mudança. </strong>O que mudou no comportamento dos senadores? Quem ficou mais governista?</p>
<p>Com exceção do PSB e do PMDB, todos os maiores partidos ficaram mais governistas em 2012, ao menos por enquanto. Até os senadores de oposição votaram mais parecido com o líder do governo neste ano. A proporção dos votos governistas do PSDB teve o maior crescimento proporcional entre todos os grandes partidos, de 33% para 54%. Com os do DEM aconteceu a mesma coisa: o governismo bateu em 59% até agora. Ou seja, na média, os senadores dos dois principais partidos de oposição votaram mais com do que contra o governo neste ano.</p>
<p>Mais cotado presidenciável do PSDB à sucessão de Dilma, Aécio Neves votou duas vezes mais com a presidente do que contra ela em 2012: 8 a favor e apenas 4 contra &#8211; taxa de governismo de 67%. Foi uma mudança radical de comportamento em relação a 2011, quando o senador mineiro votou apenas 35% das vezes junto com o governo.</p>
<p>Aécio não foi o único que migrou para a metade governista do Senado &#8211; mesmo que provisoriamente &#8211; em 2012. O líder do PSDB, Álvaro Dias, votou 58% das vezes junto com o líder de Dilma. O presidente do DEM, senador José Agripino, teve a mesma mudança de comportamento de Aécio, com praticamente as mesmas taxas de governismo.</p>
<p>Mas ninguém bate o PSD em 2012. Os dois senadores do partido registraram 100% de votos com o governo este ano. Foram 7 votos a favor de Kátia Abreu e 8 de Petecão, mas nenhum contra. Foi um movimento oposto ao de seus colegas de legenda na Câmara, que votaram mais vezes com a oposição em 2012.</p>
<p>A proporção de senadores no &#8220;núcleo duro&#8221; do governo chegou a 54% em 2012. Ou seja, a maioria do Senado votou 90% das vezes ou mais com o Planalto este ano. / JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO, AMANDA ROSSI, TCHA-TCHO e DANIEL BRAMATTI &#8211; estadão.com.br</p>
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		<title>O Tietê e suas barragens</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 00:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Politicas Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Hidrovia Tietê-Paraná, atualmente com 750 km, ganhará uma extensão para 1.055 km, chegando às proximidades de São Paulo. Segundo o Departamento Hidroviário do Estado de São Paulo, deverão começar a ser licitadas este ano as obras de construção de cinco barragens no Rio Tietê e uma no Rio Piracicaba, todas com eclusas para permitir <a href="http://www.sintracoopsp.com.br/o-tiete-e-suas-barragens/"><b>... Leia +</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Hidrovia Tietê-Paraná, atualmente com 750 km, ganhará uma extensão para 1.055 km, chegando às proximidades de São Paulo. Segundo o Departamento Hidroviário do Estado de São Paulo, deverão começar a ser licitadas este ano as obras de construção de cinco barragens no Rio Tietê e uma no Rio Piracicaba, todas com eclusas para permitir a passagem de embarcações, criando uma nova via navegável entre os municípios de Anhembi, a 232 km da capital, e Salto, a 98 km de São Paulo. Será formado assim um novo eixo modal de transporte, que servirá para o escoamento da produção de São Paulo e de mais seis Estados. A hidrovia se conectará com o corredor ferroviário de exportação Campinas/Santos, em Piracicaba e Salto. Além disso, haverá ligação com a Rodovia Marechal Rondon, na altura de Anhembi, Salto, Conchas, Laranjal Paulista e Tietê e, por meio da Rodovia SP-79, em Salto, entre a Castelo Branco e o Sistema Anhanguera-Bandeirantes.</p>
<p>Isso não é tudo: as barragens a serem construídas para regular o nível das águas terão altura suficiente para a implantação de pequenas centrais hidrelétricas (PCH). A extensão da hidrovia é parte de um convênio de R$ 1,7 bilhão, firmado com o governo federal, cabendo ao governo do Estado R$ 800 milhões.</p>
<p>Prefeituras da região já apostam também na exploração do turismo, aproveitando os reservatórios, que deverão formar um lago de 100 km de extensão, com, pelo menos, quatro quilômetros de largura, no interior do Estado. Não se pensa apenas em esportes aquáticos, mas também em promover excursões a locais de interesse turístico ou histórico. Barra Bonita é sempre citada como exemplo do que pode ser feito.</p>
<p>É claro que, em uma obra desse porte, deve haver uma avaliação cuidadosa do impacto sobre o meio ambiente. Ambientalistas recomendam que não deve ser feita uma análise isolada de cada barragem, mas um levantamento sobre seus efeitos sobre toda a Bacia Hidrográfica do Tietê. O diretor do Departamento Hidroviário do Estado, Casemiro Tércio Carvalho, concorda. Como ele informou, os órgãos ambientais do governo estão fazendo uma avaliação de todo o projeto. &#8220;Não faria sentido pensar em cada barragem individualmente&#8221;, disse ele.</p>
<p>Uma das questões em discussão é o risco de, com o fim das corredeiras que ajudam a despoluir o rio, o lixo ficar retido em lagoas, como alerta Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS Mata Atlântica. O fato é que, nos trechos em questão, embora não com o mesmo volume despejado na região metropolitana de São Paulo, materiais inservíveis, solventes e resíduos sólidos são lançados no Tietê, levando ao desaparecimento de diversas espécies de peixes, causando mau cheiro, etc. Sob esse aspecto, Casemiro Carvalho considera que as barragens podem até ser benéficas. Segundo ele, o represamento das águas reterá o lixo lançado no rio, que será retirado, salientando que os reservatórios serão mantidos limpos, prevendo-se dragagem quando ocorrer o assoreamento e acúmulo de lodo, até mesmo para evitar o encalhe de barcaças.</p>
<p>Outro problema é a preservação de Áreas de Proteção Ambiental (APAs), criadas por prefeituras ou pelo próprio governo do Estado. Uma delas, por exemplo, é o Parque das Monções, em Porto Feliz, ponto de partida das expedições de bandeirantes nos séculos 17 e 18, área tombada pelo patrimônio histórico do Estado e que poderia vir a ser inundada, segundo Malu Ribeiro.</p>
<p>Em face das dúvidas, é apenas uma questão de bom senso que o Departamento Hidroviário, os órgãos ambientais do Estado e das prefeituras, junto com entidades como a SOS Mata Atlântica, procurem chegar a um entendimento antes de as obras irem a licitação. Isso não só por uma questão de transparência, como porque as objeções ambientais, quando os projetos já estão em andamento, causam paralisações que, levadas à Justiça, acarretam prejuízos para os cofres públicos, para a economia regional e para as próprias populações que poderiam ser beneficiadas com novos projetos de desenvolvimento.</p>
<p>O Estado de S.Paulo</p>
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